Daqui de onde eu vejo tudo parece mais pequeno.
As pessoas são minúsculas, os gestos rápidos nem os vejo, os lentos não se entendem.
Não ouço o que dizem, posso imaginar uma banda sonora, porque até as buzinas dos carros são difusas.
Os sons misturam-se, a poluição refresca-se e sinto o vento. Aqui é mais calmo.
Lembro-me da tua voz, da tua maneira de falar pelo menos. Do tom que encenas com as mãos.
Preferia estar aí. Ser pequenina ao pé de ti, ouvir o ruido ao teu lado.
Sentar-me no teu carro. E ir contigo.
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
estatistica (continuação)
O mundo virtual é misterioso e atractivo.
De certeza que muitos de nós somos sexys, inteligentes, interessantes.
O problema é quando alguém se baralha e se esquece que embora possas escrever bem, uses a palavra fodasse ou digas piadas surpreendentes também tens dilemas ou dias maus.
Ora, giro giro era fazer a distinção:
No mundo real sou quem eu sou, orgulho-me do meu trabalho, das relações que construo. No cibernautico ofereço uma parte de mim. E uma coisa não interfere na outra. É um escape.
Lá fora somos todos mais completos.
Vou continuar por aqui, para ler aquele bocadinho de voces que me querem dar.
De certeza que muitos de nós somos sexys, inteligentes, interessantes.
O problema é quando alguém se baralha e se esquece que embora possas escrever bem, uses a palavra fodasse ou digas piadas surpreendentes também tens dilemas ou dias maus.
Ora, giro giro era fazer a distinção:
No mundo real sou quem eu sou, orgulho-me do meu trabalho, das relações que construo. No cibernautico ofereço uma parte de mim. E uma coisa não interfere na outra. É um escape.
Lá fora somos todos mais completos.
Vou continuar por aqui, para ler aquele bocadinho de voces que me querem dar.
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